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Lugares assombrados: os mais famosos na Noruega

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Oi pessoal,

Enquanto estava lá no ES, eu acabei vendo no Facebook um vídeo de um antigo parque de diversões carioca, o Terra Encantada. Apesar do estado do parque que já não existe mais, o vídeo me trouxe lembraças boas! Nunca frequentei o Terra Encantada como frequentei o Wet ‘n’ Wild do Rio, mas os dois fizeram parte da minha infância! Os parques hoje em dia são apenas ruínas do que um dia foi algo que me proporcionou maravilhosas experiências, os brinquedos, em sua maioria, estão irreconhecíveis e tudo está alagado, uma cena bem triste!
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17 de maio

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Dicas: aprendendo Norueguês

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Não sou expert e nem sei tanta coisa assim da língua. Mas acho que vale a pena dar umas dicas para aqueles que querem aprender norueguês. Eu mesma venho tentando aprender sozinha durante três anos quase, o meu progresso diminuiu depois que eu parei de […]

História da minha viagem à Noruega: Bergen/Oslo – Parte 4

História da minha viagem à Noruega: Bergen/Oslo – Parte 4

Eu deveria estar estudando, mas estou na vibe de escrever sobre minha última parte na Noruega. Este será o último post sobre minha viagem e espero que gostem.

Torstein já tinha combinado que me levaria para tocar na neve e me explicou que a melhor forma para fazê-lo seria se fossemos fazer roadtrip, que duraria cerca de 8 horas ao todo, 4 de ida e 4 de volta. Meu plano inicial na verdade era subir uma montanha com o Fredrik, claro, mas depois que eu entendi o pique dele, eu desisti e conversei com o Torstein que se ofereceu, para que eu realizasse um dos meus maiores sonhos da vida.

Saímos ainda cedo de carro, pelas estradas da Noruega. Eu fiquei surpresa com quantos túneis existem por lá, cada um mais legal do que o outro. Teve um que se destacou, além de ser longo, quando você chegava no meio dele, existiam quatro caminhos diferentes para escolher, ele era todo iluminado de amarelo e azul pelo que me lembro, até comentei com o Torstein sobre isso, e ele respondeu com um simples ‘sim, nossos túneis são muito legais’ (era simplesmente o maior túnel do mundo, MESMO!!!!).

A vista era incrível, era tão incrível que depois de um tempo enjoava um pouquinho, hahaha! Daquelas belezas enjoativas, sabe? Mas era bonita mesmo. Passamos por alguns fiordes e Torstein foi me dizendo o nome de cada lugar, mas eu esqueci porque os nomes eram muito parecidos e complexos. Deveria ter anotado, malz ae.

Nossa primeira parada foi em Voss (lugar das águas de Hollywood, hehe!), lindo demais, mas muito muito lindo, a paisagem que eu vi é indescritível! Foi aí que eu me toquei que estava na Noruega mesmo, essa era a Noruega com a qual sempre tinha sonhado em conhecer, os fiordes, as casinhas vermelhas e brancas de madeira, as colinas, tudo lindo e verde, como um cenário de um filme. Sentamos e de frente para a vista deslumbrante, comemos sanduíches e conversamos, mas logo depois retomamos à estrada.

Bom, quando chegamos na tão sonhada neve, Torstein que parou o carro no meio do nada (é sério gente, era no meio de uma estrada, distante da civilização), me olhou cabisbaixo e disse que tinha uma notícia muito ruim para me contar, então ele me mostrou o passarinho morto que tinha dado de cara com o carro dele, tadinho! Depois do mini funeral, eu me deitei na neve e tentei fazer um anjinho e Torstein me ajudou a esculpir meu nome na parede de gelo que tinha.

~ Não gente, na Noruega não neva na primavera, nem no verão, a neve que eu toquei era o resto do inverno passado, estava dura inclusive, por isso a viagem tão demorada para alcançá-la! ~

Na volta, Torstein me levou em cinco lugares diferentes, se eu não me engano. O primeiro foi um dos fiordes mais famosos — esqueci o nome, mas creio que seja o Hardanger — o segundo foi o Vøringsfossen, uma cachoeira muito legal e o terceiro foi Steinsdalsfossen onde eu comprei as roupinhas dos meus sobrinhos, uma lanchonete (provavelmente foi o 7 Eleven) onde comemos um dos melhores sorvetes — onde eu aprendi também como se fala ‘desconto’ em norueguês, que é: rabbatt, e em um outro lugar onde eu comi um croissant (pequeno e caro) e uma panqueca.

No meio do caminho paramos porque ele queria comprar uma fruta típica de lá… ele então me deu uma, comemos mas depois tivemos crise de riso porque não tinha lugar para jogar fora o caroço, e acabamos cuspindo pela janela do carro mesmo.

~ Uma coisa muito inusitada que aconteceu, da qual eu quis me esconder do mundo, foi que quando saímos de frente do fiorde para pegar a estrada em direção à neve, estava ventando tanto, mas tanto mesmo (nunca vi um vento tão forte) que ao abrir a porta do carro, uma folha dentro do carro do Torstein saiu voando e eu que nem uma pateta fui atrás da mesma, que acabou se perdendo por aí, mas ele disse para que não me preocupasse ~

Depois disso eu me encontrei com o Fredrik e assistimos à um jogo da Copa juntos na casa do Torstein. No dia seguinte também me encontrei com ele (mas para ser sincera, não lembro o que fizemos, acho que só demos uma volta por aí e comi outro croissant).

Enfim, meu final de viagem foi uma mistura de ‘estou louca para voltar e ver meus pais’ e ‘não quero ir embora aqui é bom demais’. Depois de 3 horas tentando descobrir qual era a senha do wifi do trem, eu finalmente consegui desbloquear e fiquei usando-o…, entrei no skype com o Fredrik, depois eu ouvi música.

Na volta eu fiquei do lado certo, das melhores paisagens, o problema é que, já estava de noite então mal deu para ver. Fredrik disse para que eu não dormisse quando chegasse em um determinado ponto, mas infelizmente o sono e o cansaço eram tão enormes, que eu acabei capotando.

Chegando em Oslo, me perdi para chegar no hotel que era no fim do mundo (ok, nem tanto, mas…). Era tanto o sono que eu acabei pagando extra para ter meu quarto mais cedo e poder dormir e enquanto eu esperava o quarto ser liberado, eu cochilei no saguão do hotel num sofá hahaha — super confortável inclusive — e depois joguei o pinball do Metallica que tinha lá (gastei todas minhas últimas moedas de krone).

Mais tarde eu dei uma última volta em Oslo, fui em shoppings etc. Eu não queria voltar, parecia que eu tinha nascido lá, eu me sentia em casa de certa forma. Voltei pro hotel, arrumei minhas coisas e peguei o táxi (de fato muito caro, MUITO CARO, CARÍSSIMO MESMO) até o ponto de ônibus para eu que eu fosse finalmente para o aeroporto.

Enquanto eu me descabelava sentada num hotel aleatório que era de frente ao ponto, eu conversava com o Fredrik sobre a missão impossível de fazer check-in, despachar as malas e ainda ter a chance de ir para o Freeshopping em 2 horas (sim, eu calculei mal os horários haha). Minha insegurança voltou, comecei a ficar nervosa tudo de novo, eu não queria voltar para o Brasil.

Me senti feliz sendo só eu e o mundo. Sem meus pais, sem amigos, sem ninguém para me apoiar. Pela primeira vez na vida, eu me senti independente, eu confiei em mim mesma e nas minhas próprias decisões, eu comecei a me desafiar mais. Eu passei a abordar estranhos no meio da rua quando era necessário, para pedir informação. Quando eu estou cercada de amigos ou pais eu evito contato com pessoas que não estão no meu círculo social porque eu me sinto protegida por eles, mas nunca quis tanto voltar à me sentir livre de novo. Jeg elsker Norge e mal espero voltar para lá um dia novamente.

Norsk musikk

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Quando você quer aprender uma língua nova ou conhecer uma cultura nova, o mais comum é que você procure por músicas que definam o lugar. Você quer escutar a música e ter mais acesso ao idioma. Pois é, com a Noruega é mais difícil. Não […]

História da minha viagem à Noruega: Bergen – Parte 3

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História da minha viagem à Noruega: Bergen – Parte 2

História da minha viagem à Noruega: Bergen – Parte 2

Continuando a falar sobre a minha viagem, vou contar como foi minha ida à Bergen, mas para isso, eu irei ter que dividí-la em duas ou três partes, já que passei muito mais tempo lá do que eu passei em Oslo.

Cheguei em Bergen às 19hrs da noite, ainda com muito sol, eu saí da estação de trem e conheci os filhos de Torstein — o primo do pai do meu amigo (é, pois é) — quem foi simpático o suficiente para me hospedar durante 1 semana e meia na sua casa.

Eles me levaram a um supermercado onde eu comprei pão, dessa vez de forma, que continha umas pequenas bolinhas pretas, um iogurte maravilhoso para crianças, chamado Sprett, um presunto meio genérico e um queijo chamado Jarlsberg. Depois disso, nós fomos até a casa de Torstein e lá me explicaram como eu faria para pegar os ônibus caso eu quisesse sair e me mostraram a casa.

O que eu achei mais legal nisso tudo, foi a confiança deles — quer dizer, uma garota desconhecida resolve ficar na sua casa e você entrega na total confiança a chave e tudo mais, uau! Também adorei o cuidado que o Torstein teve em colocar uma plaquinha de papel com o meu nome e uma carinha feliz do lado em cima da porta.

Nos dois primeiros dias eu não tive muito contato com o Torstein porque ele estava frequentando um festival de jazz que estava acontecendo na cidade. Mesmo assim, consegui me virar bem sem ele ter que me explicar as coisas timtim por timtim. De qualquer forma, sempre tinha a opção de entrar no FB e falar com ele por lá caso acontecesse alguma coisa.

Mais tarde, eu combinei do Fredrik, meu amigo, de ir para casa do Torstein para que assistíssemos a partida do jogo da Copa do Mundo. No intervalo, ele resolveu me mostrar uma montanha por perto e me fez subir até o topo. Sim, ele é bem mandão, meio que me lembrava aqueles instrutores daqueles programas de perder peso em que ficam te forçando a fazer coisas, mas sem gritar… apenas na civilidade norueguesa de ser, mas eu fui na onda hehe! Lembro-me bem que o nosso primeiro assunto ao chegar no topo da montanha foi sobre o quão legal seria se matar de lá porque era um lugar belíssimo para morrer ou algo assim, além das zoações de sempre que definem a nossa amizade. Vimos um pouco do pôr-do-sol e depois voltamos para casa.

1# dia: No dia seguinte eu acordei umas 10 horas e peguei o ônibus até o terminal de Nesttun — que demorava 1 hora para chegar — e depois peguei um Tram para o centro de Bergen. Lá, eu encontrei o Fredrik novamente no Festplassen, uma praça enorme com um chafariz enorme com museus de arte enormes do lado. Quando eu saltei pela primeira vez do Tram eu não sabia ao certo aonde eu estava, até porque eu sou péssima na hora de ler os mapas. Eu fui pedir ajuda a um senhor que tava passando e fui completamente ignorada, humpf.

Enfim, acabei avistando o Fredrik sentado perto do chafariz e saímos para o posto de turismo onde eu comprei meu Bergen card — este tem quase a mesma função do Oslo card, a diferença é que a grande maioria dos museus apenas te concedem um desconto na hora da compra do ingresso e você só pode comprar até 2 dias, enquanto o de Oslo te dava acesso a grande maioria dos museus de graça e você podia comprar válido até 3 dias — e depois fomos para Bryggen (vista da foto). 

Bryggen para quem não sabe é uma área que inclui várias casasinhas de madeira; era o antigo caís de Bergen que havia sido usado antigamente, como parte integrante da Liga Hanseática. Quando a cidade começou a se desenvolver como um centro comercial de status, os prédios passaram por uma reforma e foram gradualmente sendo assumidos pelos comerciantes hanseáticos e os depósitos foram preenchidos por mercadorias, principalmente bacalhau do norte do país. Parte de Bryggen no entanto foi destruído em um incêndio nos anos 50, mas também acabou passando por outros vários incêndios posteriormente.

Lá tem uma loja de natal, chamada Julehuset — casa de natal — assim como vários ateliês e escritórios. Conta com dois museus importantes, o museu de Bryggen (que eu não fui) e o museu hanseático, sendo que o primeiro foi construído em cima das ruínas do primeiro incêndio.

Depois do nosso passeio rápido, Fredrik me levou a torre Rosenkrantz, esta que faz parte da fortaleza Bergenhus — área na qual estava tendo o tal festival de jazz em que Torstein estava assistindo. Dei uma volta por lá e falo logo, para quem é claustrofóbico, não é uma boa idéia… apesar de que, quando você chega em cima, a vista é bem legal!

~ gente, no momento eu não estou lembrando o que eu fiz em qual dia, então eu vou colocar de acordo com o que eu acho ~

2# dia: Sem saber o que fazer, resolvi dar um passeio de novo pelo centro de Bergen. Já que eu só tinha visitado a Torre do Forte, eu fui ver o resto. Entrei no museu da fortaleza e lá pude ver 3 exibições. Uma sobre a contribuição das mulheres dentro da defesa da Noruega, outra sobre o Movimento de resistência em Bergen e a imprensa de Bergen em um momento de crise.

A primeira devo dizer que passei meio rápido e a terceira eu não entendi a maioria das coisas porque estavam em Norueguês, mas foi legal para treinar a língua. A segunda por outro lado eu gostei imensamente! É cheia de aparatos da Segunda Guerra Mundial, bandeiras nazistas, armas, fotografias, interessantíssimo!

3# dia: Sabendo que o Fredrik não estaria disponível para bancar de guia para mim de novo, resolvi ir sozinha para o Troldhaugen e Fantfot Stavkirke. Bom, uma das coisas que mais me incomodaram sobre Bergen, foram suas péssimas sinalizações para os museus. Muitas das pessoas, quando vão à outro país, geralmente, por questão de comodidade, procuram sempre viajar através de uma agência de turismo e estas, justamente por terem tudo mastigadinho na mão, não conseguem às vezes perceber as falhas da cidade. Pois bem, eu fiquei cerca de 2/3 horas para achar a maldita casa do Edvard Grieg —  um excelente compositor norueguês. Quando finalmente cheguei lá, pude conhecer a casa na qual ele costumava morar com sua esposa Nina, além de ver a exposição sobre sua vida e suas composições. Um lugar maravilhoso, é uma casinha linda super isolada, perto do mar, simplesmente apaixonante. Ele, assim como seu amigo Henrik Ibsen, também era um pouco excêntrico. Ele tinha como amuleto da sorte um sapo da sorte que ele levava consigo em todos os seus concertos. A guia me contou que teve uma vez em que ele deixou de se apresentar porque ele tinha esquecido do seu sapinho! E outra coisa engraçada que ela me contou foi que a maioria dos turistas chineses e americanos sempre confundem o Edvard Grieg com o Einstein haha! Mais uma vez, os sinais me atrapalharam na hora de encontrar a tumba dele e de sua esposa, então eu deixei pra lá. Também comi um sanduíche e uma coca no restaurante que tinha dentro do museu, me custaram 50 reais…………….. oi?

Primeira gafe cometida: Durante a busca pelo museu de Grieg, eu fiquei parada uns minutos tentando me localizar, nisso, um carro ficou parado me esperando atravessar durante minutos. Quando eu voltei pra vida real, eu olhei pro carro e fiz sinal de que não iria atravessar. Ah, devem ter ficado irritados comigo, ops.

Mais tarde, ainda no pique de andar, eu resolvi tentar ir para a Igreja de madeira medieval de Bergen. Mais 2 horas andando tentando achar o caminho, eu fui parar no meio de uma quadra de uma escola, encontrei um bando de patos perto de uma árvore e depois eu voltei para o lugar onde eu estava. Achei uma moça catando frutas no meio do nada. Minhas pernas nesse momento estavam cansadas, Torstein mora em uma casa que tem uma ladeira grandinha para subir, Bergen inteira é recheada de ruas íngremes e ladeiras, não aguentava mais andar. Perguntei a ela aonde ficava a tal igreja e ela disse “Então, você tá vendo essa rua? Você sobe sobe sobe eternamente aí depois que você chegar no topo, mas no topo mesmo, você vira à direita na segunda bifurcação e de lá você segue reto e no meio da floresta, você vai ver a Igreja! E eu fiquei pensando ‘Hmm… será que vale o risco? Ah, já estou aqui mesmo!’.

Muitos não sabem, mas ela é na verdade uma réplica, já que a original foi uma das várias igrejas queimadas durante o movimento do Black Metal na Noruega, durante os anos 90. Quando eu entrei na floresta inclusive, pude ver meio que um portalzinho de metal que continha vários adesivos de bandas de Black metal haha. As àrvores eram todas riscadas com nomes de pessoas. A Igreja estava fechada, eram 18hrs, mas foi um ótimo lugar para se ficar sozinha e pensar na vida, meio melancólico na verdade. O dia estava escuro e parecia que ia chover, podia-se ouvir corvos sobrevoando tempo todo, mas foi uma sensação muito legal.

4# dia: Se eu me lembro bem, foi nesse dia em que eu fui ao Gamlebergen. Obviamente eu me perdi indo para lá já que eu não sabia direito qual ônibus pegar, sorte que o motorista me avisou direitinho aonde eu tinha que saltar.
Chegando lá, pude ver casinhas muito parecidas com as que se vêem em Bryggen. Fiquei me perguntando por um breve momento “Qual é a diferença? Por que cargas d´água se chamada ‘Gamle Bergen?‘” — A palavra ‘Gamle’ em norueguês significa ‘velho’ ou ‘antigo’. E foi aí então que eu descobri que o museu é na verdade uma reconstrução do que era Bergen durante o século XIX e XX. Nesta época, Bergen era considerada a maior cidade européia com casas de madeira, mas hoje em dia, Bergen passou por várias mudanças e muitas dessas casinhas foram trocadas por edifícios e casas mais novas. Para mostrar aos turistas como era a cidade de muito antigamente, resolveram recriá-la e dar vida a ela através de atores contratados. Eu gostei bastante, embora tenha sido complicado lidar com os outros milhares turistas dentro das casinhas apertadas.

Bom, ainda falta muito para escrever sobre o tempo em que estive em Bergen, fiquem atentos para acompanhar mais sobre a minha viagem!

História da minha viagem à Noruega: Oslo – Parte 1

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